Uma vista diária privada, com uma vista opcional de conteúdos partilhados.
Estudo de caso de produto · Em desenvolvimento
Morly
Uma aplicação privada para casais guardarem memórias, conversas e a sua história num só lugar.
Estou a desenvolver o Morly a partir de uma regra simples: o espaço da relação é privado por princípio e a componente social é opcional. Os casais podem guardar momentos, tomar notas, iniciar conversas e decidir em conjunto o que querem partilhar, se quiserem partilhar alguma coisa.
01 / Problema
Porque comecei este projeto.
Muitas aplicações para casais centram-se em sugestões de conversa, pontuações ou conteúdos públicos. Quis explorar algo mais discreto: um espaço para as memórias do dia a dia, as conversas difíceis, as preocupações recorrentes e aquilo a que um casal pode querer regressar mais tarde.
02 / Arquitetura
O produto organiza-se em cinco áreas.
Um arquivo partilhado com cronologia, álbuns, resumos mensais e uma retrospetiva anual.
Um percurso de criação que começa pela câmara, com opções para momentos, memórias, notas, conversas, desejos e publicações.
Conversas privadas e assuntos que precisam de atenção.
O perfil do casal, o espaço partilhado, as opções de privacidade e as definições.
03 / Modelo de identidade
Duas pessoas, um espaço partilhado.
Cada pessoa tem uma conta individual para acesso e titularidade dos seus conteúdos. O perfil do casal liga essas contas e só representa a relação quando ambos escolhem usá-lo dessa forma.
04 / Lógica de privacidade
Privado por predefinição; partilhado apenas por escolha de ambos.
Pensado para permanecer privado
- Talks
- Notas sensíveis
- Memórias privadas
- História da relação
Partilhável por escolha
- Momentos selecionados
- Publicações aprovadas
- Marcos
- Resumos selecionados para partilha
05 / Âmbito da primeira versão
O que a primeira versão precisa de fazer.
06 / Linguagem dentro do produto
Desenvolver o produto mudou a forma como vejo os textos de interface.
O Morly obrigou-me a tomar decisões sobre etiquetas, percursos de integração, textos de privacidade, termos recorrentes e tom emocional. São as mesmas questões que surgem na localização: o que precisa o utilizador de compreender aqui, quanto espaço está disponível e que formulação continua a funcionar quando passa a fazer parte de uma interface?
Porque está neste site
Dá-me contexto de produto quando localizo software.
Trabalhar no Morly permite-me ver a linguagem de interface tanto do lado do produto como do lado da tradução. Tenho de pensar onde aparece cada texto, que ação se segue e o que o utilizador pode interpretar mal se a formulação for vaga.
Voltar aos projetos